DEScrença!

domingo, 28 de outubro de 2012




Tenho a ‘leve impressão’ de que me subestimam demais. Perguntam coisas bobas sobre o que fiz ou que eu deixei de fazer, como aguentei... Isso tudo, como se tivessem a certeza plena de que sou uma boneca de porcelana, daquelas mais frágeis que possam existir.

Está certo, sei que sou quebrável e sei muito bem que caso não tome os devidos cuidados, me quebro em mil pedacinhos e que para reuni-los de volta, o trabalho é maior ainda. Então, não quero me despedaçar, pra não ter que passar pelo estresse de me recolocar nos eixos, o que não é nada simples como indagam os mais otimistas. Mas o fato de, provavelmente, eu ter vindo num caixa escrito em letras garrafais: ‘Cuidado! Produto frágil’ não quer dizer que eu não seja capaz de sobreviver em meio à selva de pedra.

Essa descrença que a maioria tem em mim, me faz afundar ainda mais no poço das minhas ilusões, no labirinto do meu pessimismo e pra me colocar pra baixo, já me basto sendo pessimista e me autodestruindo, não preciso de reforço pra isso.

Se você ai, tem a intenção de ser mais um para NÃO ACREDITAR em mim, favor entrar na fila...











A Saga Agridoce: parte 3.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012


Para ler as partes 1 e 2 de 'A Saga Agridoce', clique aqui e aqui, respectivamente.

Pitty e Martin SEDUZINDO com louvor.
(...) Então eles pisaram no palco e meu coração quase saiu pela boca. Emoção indescritível. Foi um misto de sensações o que senti. Eu cantava cada música junto, sem me importar com minha desafinação ou o fato de estar rodeada de pessoas mais preocupadas em reclamarem deles por estarem tocando músicas mais lentas e desconhecidas (para a grande maioria ali presente, não para mim) e não as já conhecidas por todos e consagradas. Apesar de isso ter me irritado profundamente, pois se não curte, nem ao menos conhece Agridoce, deveria ter saído da frente e dado espaço para queria curtir de verdade o show.

Tudo estava indo maravilhosamente bem, até o momento que em ‘Romeu’ (minha música preferida, por sinal), o piano resolveu dar pau e lógico que a Pitty ficou p* da vida, aliás, não era culpa dela e sim, da organização falha do Ceará Music. Pitty é um amor de pessoa, mas quando acontece algo que a deixa com raiva mesmo, não queiram estar perto, porque ela roda a baiana que é. Mas não que ela tenha sido grossa, longe disso. Ela disse o uma cantora que defende seu público tinha dizer, que foi algo do tipo que nós merecíamos que eles cantassem aquilo direito e deveriam arrumar o lance do piano e tudo mais (Pra saber melhor como foi, assista a este vídeo).

'Caro é transformar-se num arremedo de si próprio 
a ponto de nem se reconhecer mais...'
Perfeita <3>
O show inteiro foi repleto de pequenos momentos mágicos. Pitty estava mais comunicativa do que nunca e Martin super ‘gaiato’. Contou até uma piada para passar o tempo, quando em ‘130 anos’, Pitty foi sentar do outro lado dele, mas ainda não tinha microfone pra ela lá. Teve muita gente babaca dizendo que era ele tentando ‘animar’ o show, mas entendam: show do Agridoce não ter porque ser animado tem que ser introspectivo mesmo, tem que ser pra você captar as letras das músicas e os sentimentos que elas transmitem e não parar pular com elas.

Outro instante que merece destaque foi quando antes de tocarem ‘Beethoven Blues’ (música inspirada no cão encontrado na casa que eles alugaram na Serra da Cantareira para a produção do álbum), Martin falou algo que as mulheres chamam os homens de cachorro e tudo mais, e Pitty retrucou dizendo, que isso só aconteceu quando eles merecem. Achei que foi meio uma D.R (discussão de relacionamento, risos). Sem contar que a voz ‘rasgada’ do Martin nessa música, é ótima para ter orgasmos, de tão perfeita e máscula que é. (Para ouvir ‘Beethoven Blues’, clique aqui).

Perfil no Facebook do cara responsável pela customização da bandeira.
Eu só queria que aquele show não tivesse acabado nunca, mas infelizmente, tudo que é bom, uma hora finda e o tempo foi passando e chegou ‘O Porto’, música que normalmente eles usam aos finais do show. Até que outro ápice ocorreu, uma banda do meu Estado do Ceará foi jogado ao palco e eles a pegaram e fazendo pose com a mesma. Todos gritaram muito. Pois agora, mesmo sem terem sido recepcionados como deveria ter sido, o Agridoce sabia que também tinha e sempre terá seus fãs pelas bandas de cá.

[CONTINUA]










Campanha: #DEScompliqueoBullying

terça-feira, 23 de outubro de 2012


Olá pessoas bonitas, sou eu Vick, ou melhor, tia Vick dando o ar da graça pelo blog novamente. Estava afastada por vários problemas e falta de tempo e também de criatividade (risos). Como vocês estão, hein queridos?




Eu decidi mais uma vez trazer um tema de grande polêmica na sociedade. O Bullying! Primeiro vou trazer umas definições e algumas coisas que o assunto gera nas pessoas, e depois vou passar a vocês a minha proposta em relação a isso.

Segundo o Brasil EscolaBullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

Bullying se divide em duas categorias: a- bullying direto: que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b- bullying indireto: sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

Não esquecendo que existe outro gênero, afinal, como se não bastasse a perseguição em escolas ou locais de trabalho alguns decidem atacar pela rede mundial de computadores a nossa amada INTERNET.

E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo. 

Segundo uma reportagem da Revista Escola, três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional:

- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.

- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor (es), o que aumenta a sensação de impotência. 





A maioria das pessoas já sofreram bullying, inclusive eu mesma. E vários famosos já expuseram suas experiências e causas em relações a isso. Em um post passado falei sobre cutting e sobre a superação da Demi Lovato, que é um exemplo. Vale ressaltar que o cutting, depressão são algumas das consequências do tal bullying.

Minha proposta é simples e espero que você entre nessa ideia comigo e com a Herlene, dona do DEScomplicando. Mande uma foto sua com alguma plaquinha, trecho de música, ou mesmo com a tag #DEScompliqueobullying para des_complicando@yahoo.com.br e durante vários dias irei fazer post's em relação à músicas,  histórias, campanhas falando sobre o assunto e queremos a colaboração de todos, pra mostrar que aqui no blog, os leitores são preocupados com esse ato de crueldade. Vamos usar da internet e dos nossos contatos pra ajudar com que isso seja amenizado.

Você pode mandar sua foto, seguida de uma história que você conheça sobre o tema, pode ser a sua (caso não ache exposição) ou de um amigo. As fotos e os depoimentos serão divulgados no blog, numa forma de mobilização social ainda maior.
Deus nos ama igualmente,  não custa respeitar o próximo.

Cor de pele, sexualidade, tatuagens, cabelo, religião, ser gordo ou magro...
Pra que tanta atenção com essas coisas? Por que não se preocupa com caráter, hein?
Entrem nessa com a gente, pessoal.
Deus abençoe a todos. No lies, just love.











A Saga Agridoce: parte 2

domingo, 21 de outubro de 2012



Para ler a primeira parte deste BIG POST ESPECIAL, clique aqui.

Capa do primeiro e único álbum do Agridoce até o momento.

E o grande e maravilhoso dia me encarou de frente e foi como se me dissesse: ‘hoje é dia de desopilar, esquecer os problemas e aproveitar o momento’. Sim, era isso que eu deveria fazer com toda a certeza. Um sonho estava perto de ser realizado e eu não via hora. Estava tão ‘tranquila’, que batia nos móveis do apartamento como se nem mais tivesse controle dos meus movimentos e reflexos em geral. Estava fora de mim. Em outra dimensão. Foi como se um mundo surreal tivesse se formado em torno da minha casca e era nele que eu iria, enfim, realizar algo que há tanto tempo desejava. Conhecer quem se admira de forma tão utópica até, não deixa de ser uma experiência incrível e dela eu queria fazer logo parte.

Havia me informado que o show começaria 19h10 por ai e eu não queria pensar em chegar tarde ao local, afinal o sábado seria o dia que iria mais gente, por ter apresentação de Simple Plan, Evanescence e outros. Queria estar logo na bendita fila de entrada, com receio de esta já estivesse quilométrica. Mas o táxi chegou ao apartamento 16h30 mais ou menos e chegamos ao Marina Park por volta das 17hs acredito eu (não tinha cabeça pra estar ligada em relógio) e na fila, que crescia mais do prole de coelho, ficamos até liberarem as catracas, o que deve ter demorado umas duas horas não sei ao certo, apesar dos organizadores do evento informarem que isso aconteceria às 18hs. Mas como todos sabemos, não é uma coisa que dê pra confiar. Sem há os famosos ‘imprevistos’. E ah, enquanto ainda estávamos na fila, deu pra ouvir a passagem de som do Biquini Cavadão (banda que fechou o Ceará Music 12, com chave de ouro) e foi legal ouvir, apesar de não estarmos lá perto deles fisicamente, já dava pra sentir a vibração que seria o show dos caras.

Depois de vários minutos ali, em pé, encontramos e logo corremos pra frente do palco Nações (lugar das apresentações principais do Ceará Music). Como fomos de pista e não front ou camarote, não deu pra ficar na grande, mas nem isso iria atrapalhar o meu momento. Primeiro teve uma apresentação de uma banda muito tosca (porque só cantar covers) e minha ansiedade aumentava e aumentava mais. Só de ver o piano da Pitty e o violão do Martin, saber que logo eles estariam ali, já me dava uma vontade imensa de me desmanchar em lágrimas. MEU DEUS, ELES ESTARIAM ALI EM CIMA DAQUELE PALCO, ALGUNS POUCOS METROS DE MIM. Isso é coisa pra fazer qualquer fã que se preze entrar em surto não é? Pois eu estava em surto. Enlouquecida. Tremendo-me. A pressão arterial deveria estar mais parece uma montanha-russa, com seus altos e baixos. MEU DEUS COMEÇA LOGO ESSE SHOW OU VOU CAIR DURA AQUI MESMO (seria impossível desmaiar ali, haja vista o espaço mínimo que cada pessoa deveria ocupar em razão de tamanha multidão que aos poucos ia se aglomerando). 

[CONTINUA]










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