Ô, tristeza!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013




Ficou tudo no ontem,
Deixei o restante pra depois.
A felicidade ainda está empacotada,
Lá na porta de entrada.
A tristeza chutou o balde
E não pediu licença.
Levantou acampamento,
Fez morada,
Foi ficando
E ficando.
Uns dias sim.
Outros, não.
Não quis nem saber.
A tristeza é mesmo assim.
Uma louca desvairada,
Que não se importa.
Que não está nem aí pra nada.
Tristeza, você me cansa.
Você é um pé no saco,
Uma coceira funda,
Um grito sem som.
Vê se some daqui.
Ô, tristeza!
Larga a mão de mim.
Põe nisso um fim.
Esquece meu endereço.
Não quero mais pagar
Tão alto preço.

3 comentários:

  1. Você falou muito bem de quem é a tristeza.
    Ela é como aquelas pessoas que não se importam de não serem bem-vindas no nosso canto.
    http://doisquintos.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oi, Marcelle!

      Obrigada pelo seu comentário :-) Bj!

      Excluir

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